Re-post.
Alexandre, meu amigo, me deu uma missão. Talvez não conseguirei cumpri-la detalhadamente como deveria. Infelizmente com o passar do tempo, algumas coisas se perdem, mas muitas delas permanecem dentro de nós…
Vou falar, ou melhor, escrever sobre a IURD de Goiânia. Alguns fatos marcantes, porém após a minha entrada. Peço por gentileza que se algum visitante do blog se lembrar mais especificamente dos acontecimentos, me corrija! rs
IURD em Goiânia/Goiás. Dos primórdios à atualidade.
Cidade de Goiânia – GO, população estimada em 1.239.651 hab.
Primeiros passos:
Cheguei à IURD no ano de 1992, no ano da prisão do bispo Macedo. Se não me falha a memória (se algum visitante do blog se lembrar mais especificamente desse fato, favor me corrija! rs ), em meados dos anos de 1992/1993, a igreja estava completando 4 anos em Goiânia. Foi feito um grande bolo que atravessava o salão da antiga sede estadual da Rua 55, Centro. Uma grande festa se fez, o povo das igrejas dos bairros compareceu também, e o bolo acabou faltando pra alguns! A sede da 55 (que hoje é um auditório de reuniões da igreja), um salão de porte pequeno à médio, suportava em torno de 500 pessoas sentadas. Poderia se contar nos dedos a quantidade de igrejas na cidade, por alto
O pastor Edson Neponneiro da igreja do Jardim América (um ex-engenheiro civil carioca que decidiu servir o altar, juntamente com a esposa) na verdade foi o meu pai da fé. O ruim é que depois que ele saiu dessa igreja, nunca mais tive notícias dele…
O pastor Jorge, líder estadual, foi embora, e passado pouco tempo veio um bispo liderar, pela primeira vez no Estado. Me perdoem por não me recordar o nome desse bispo, mas me lembro que era um senhor de idade já, conservador, que se aplicava muito no estudo da palavra e principalmente na orientação daqueles que estavam à frente da obra. Alguns pastores que se destacaram por aqui nessa época entre 1992 e 1995. É bom citar um pastor que foi apelidado de pastor do Amor, Marcus Silva. Grande homem de fé e de amor. Fiquei sabendo um tempo atrás, que ele tinha se tornado bispo. Também cito pastor Marcos Serra, pastor Célio Lopes (que foi consagrado a bispo da igreja em Brasília e voltou pra Goiânia) e pastor Jorge Santana (que também virou bispo e ficou muito tempo por aqui). Esses trabalharam pela igreja ainda na sede da Rua 55.
As igrejas do bairro, ainda em salões pequenos (300 – 400 pessoas), se tornavam numerosas. Pode-se afirmar com plena certeza que em 5 anos o número de igrejas e núcleos dobraram.
Karina Rachid