O Grupo Jovem perde e muito pro mundo lá fora!
Postado por Alexandre Fernandes | Postado na Força Jovem | Postado em 06-11-2008
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Texto repostado, modificado e atualizado.
Pra quem não sabe, no grupo jovem eu já não sou mais jovem, com 33 anos eu já tenho que procurar o time da evangelização. Experiência? Não o grupo jovem não precisa de experiência. Precisa de Quantidade! E isso acontece em boa parte dos grupos jovens no Brasil.
No meu tempo (há que saudades da adolescência) o Responsável Marcos Floripes (Que Deus o tenha – não por que ele morreu, mas é que fiquei 10 anos sem vê-lo, e depois que vi já tem 5 anos que não o vejo novamente) me ensinava que eu poderia ter a idade que eu quisesse. Eu tinha 14 quando entrei no grupo jovem e em 1990 só poderia participar quem tinha 15.
Mas as ferramentas de trabalho usadas pelos grupos, ainda são muito remotas para atrair jovens. São raros os líderes que possuem a mentalidade ou a capacidade de comover os jovens a desembolsar uma grana a favor da obra de Deus, além da dificuldade de convencer alguns pastores que, o líder precisa de abertura ou (espaço e autorização) pra elaborar projetos que não se tornem burocráticos ao ponto de ficar na gaveta esperando o ok dele.
De maneira nenhuma falo mal do grupo jovem nesse texto, apenas discutir que o mundo é colorido demais para o trabalho desenvolvido na maioria das IURDs. Infelizmente temos que disputar com o diabo cada alma perdida desse mundo. O capeta oferece skol a R$ 0,01 (um centavo) e você oferece o quê? que atrativo? Apenas Cristo?
O jovem só recebe Cristo quando está passando por um momento muito difícil, caso contrário o mundo que é colorido demais, esconde qualquer coisa que ele possa sentir.
Líderes, será que seus jovens tem que esperar apenas um frequencia jovem, autorizado pelo pastor responsável, como ferramenta de trabalho? O que você tem feito pra conquistar os jovens de sua comunidade?
Eu também faço parte do grupo jovem e de fora fico analisando e respondendo e-mail do tipo: – O que tem feito seu grupo jovem pra eu fazer no meu também? Bom, estou no reino do funk e o que domina na paraíba? O trabalho não pode ser o mesmo, a comunidade é outra. Festivais de música, refrigerante, cachorro quente são sempre bem-vindo. Aliás, todo fim de semana o jovem tem que encontrar algo novo e os líderes tem que oferecer isso pra eles, além de Cristo.
E mais, sei que dá problema os jovens juntarem dinheiro e colcoar na mão do responsável pra fazer trabalhos, mas todo jovem tem que abençoar seu grupo guardando um dim dim para uma eventualidade, algum trabalho que o grupo jovem necessite como aluguel de ônibus por exemplo.
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Enquanto isso no mundo… tôma-le skol a R$ 0,10 no gargalo da garrafa de pet 2 litros nos bailes funk da vida noturna dos cafundéis do judas do Brasil a fora, por quê lá no mundo têm patrocinadores pra esses eventos capetais. Enfim é a ferramenta que o diabo usa pra atraír os jovens né? Nem sei se posso falar que é o capeta, se não aparece um aqui e diz que é o contrário que nós cristãos é que capetizamos tudo coisa e tal.













